quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Não há Portas Fechadas



Tenho acompanhado um blog que tem mudado minha vida, minha visão e tem acendido a chama de Missões em meu coração. Frequentemente me emociono com as experiências e os testemunhos encontrados ali. Eu estou falando do blog da equipe da Missão POrtas abertas (missaoportasabertas.wordpress.com). E quero compartilhar um texto que eu li hoje...


No início da Palavra de Deus, em Gênesis, lemos que Deus fechou uma porta que nenhum homem poderia abrir: a porta da Arca de Noé. Quando chegamos a Apocalipse, Jesus diz que outra havia sido aberta e que ninguém poderia fechá-la.

O recebimento do comissionamento de Jesus feito nos evangelhos marca a abertura de uma porta que nenhum homem poderá fechar. Por isso, temos a convicção de que podemos realizar a obra do Senhor em qualquer lugar do mundo, independentemente da situação em que o país esteja.

O fundador da Portas Abertas, Irmão André, costuma dizer: “se você conhece algum lugar no mundo onde o evangelho não possa ser pregado, fale para mim e eu lhe mostrarei como entrar nele. Só não posso garantir que voltará”. Jesus disse “Ide”, mas não nos assegurou que voltaríamos. Devemos confiar nele.

Aqui se encontra, então, um dos princípios mais perigosos da Bíblia. Quando verdadeiramente obedecemos a vontade de Deus para nossas vidas, não há retorno. Não podemos olhar para trás, mas, ainda assim, não importam as circunstâncias que venhamos a sofrer, devemos sempre nos lembrar que Deus está conosco e que, junto com o comissionamento, Jesus nos deixou a promessa de que estaria todos os dias conosco até a consumação dos séculos.

Que você adentre as portas que o Senhor abrir na sua vida sem temer o que encontrará do outro lado, sempre com a ousadia do Espírito Santo e a confiança na Palavra de Deus.

Homero S. Chagas

O Valor de Congregar



“Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.” (Hebreus 10:25)

Acredito que parte dos cristãos hoje em dia não compreende bem o valor de se reunir regularmente com os irmãos da mesma fé em Cristo. Digo isto por perceber a ausência de muitos irmãos, sem motivos justos, nos cultos ao Senhor. A falta dos crentes nos templos, cultuando a Deus é algo perceptível nas diferentes denominações evangélicas. Não estou me referindo a visitantes e descrentes, estou falando daqueles que compõem a membresia de cada igreja.
Penso que precisamos avaliar bem nossa freqüência aos cultos na Casa do Senhor à luz do salmo oitenta e quatro: “Quão amáveis são os teus tabernáculos, SENHOR dos Exércitos!” (Salmos 84:1) Precisamos refletir acerca do valor e da importância que damos em estar cultuando a Deus no templo, na presença de nossos irmãos. “Pois um dia nos teus átrios vale mais que mil; prefiro estar à porta da casa do meu Deus, a permanecer nas tendas da perversidade.” (Salmos 84:10).
A Palavra de Deus, no livro aos Hebreus, nos chama a atenção a não deixamos de congregar. Essa exortação vai ganhando mais força a cada dia, pois o texto bíblico nos diz que “tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima”. Cada dia que passa avinda de Cristo está mais próxima. Quanto mais se aproxima o dia da segunda vinda de Cristo a essa terra, devemos dar maior valor a nossa participação nos cultos na Casa do Senhor.
O ato de congregar é importantíssimo na nossa caminhada cristã e devoção a Deus.


Rev. Márcio V. Breder

DISPOSIÇÃO DE SERVIR AO SENHOR




“Está aí um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas isto que é para tanta gente?” (João 6:9)


No capítulo seis do Evangelho de João temos a história de um maravilhoso milagre realizado pelo Senhor Jesus: A multiplicação de pães e peixes.

Certo dia, muitas pessoas estavam acompanhando a Jesus por onde quer que ele fosse. Muitas dessas pessoas esperavam ver algum milagre sendo realizado por Cristo diante de seus olhos. Quando chegou à hora do almoço, Jesus acompanhado por seus discípulos e pela numerosa multidão se encontrava em um lugar deserto, e não havia comida para que pudessem almoçar. Filipe, um dos discípulos de Cristo, disse então que nem mesmo o equivalente ao salário de um ano de um trabalhador bastaria para que se comprasse pão a todas aquelas pessoas.

Diante daquela situação, André, outro discípulo de Cristo, trouxe a presença de Jesus um rapaz que tinha em uma cestinha cinco pães e dois peixes pequenos. André não acreditava que seria essa a solução do problema, pois logo indagou: “mas isto que é para tanta gente?”

Precisamos destacar algumas coisas nessa história:

A disposição do rapaz. Não acredito ser do caráter dos discípulos, arrancar comida a força das mãos de ninguém. Pensando assim, o rapaz que surge na história dá de bom grado o único alimento que tinha ao Senhor Jesus. Ele dispôs o que tinha e o deu a Cristo.
A insuficiência do rapaz. Realmente, os pães e os peixes eram insuficientes para a necessidade que havia. Era muito pouco o que o rapaz havia colocado a disposição de Cristo, mas, era tudo o que ele tinha.
O milagre realizado por Jesus. O alimento era pouco. As pessoas eram muitas, mas o poder de Cristo era incomparável! Jesus multiplicou o alimento que houve sobras e não a falta. Sobrou ao invés de faltar.

Que possamos entender essa maravilhosa lição. Que nos disponhamos em servir ao Senhor, independente das nossas incapacidades, e creiamos no milagre que só pode vir dele.
Glória somente a Deus.

Rev. Márcio V. Breder.

O Grande amor de Deus

“Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” (Romanos 5:8)

A Bíblia é um livro que no conta uma história. Uma história de Amor. O amor de Deus para com o homem. Um amor maravilhoso e imenso, capaz dos maiores feitos. Quando olhamos as Escrituras Sagradas percebemos a cada instante o que Deus fez e ainda faz por nos amar.
Em Gênesis temos o relato da criação. O Senhor criou céus e terra, plantas e animais. No sexto dia, para coroar toda sua criação, Deus cria o homem e a mulher conforme a sua própria imagem. O Senhor compartilhou com o homem qualidades próprias. Deus deu também ao homem um lar, chamado Éden, onde ele pudesse viver.
Mas o homem virou as costas a esse amor tão maravilhoso. Desde Adão até os nossos dias, e será assim até ao último homem que viver sobre a face da terra, a humanidade tem rejeitado esse amor.
O Senhor, agindo em amor, tem aplicado as punições devidas a cada ato de pecado. Tem mostrado ao homem que justiça e santidade são qualidades da divindade.
Diante de tudo que a Bíblia nos relata sobre os feitos amorosos do Senhor, um sobressai a todos os outros. A entrega de seu Filho na cruz do calvário é indiscutivelmente a maior prova do amor, carinho e cuidado de Deus para com o homem.
Na cruz, o Senhor Jesus assumiu sobre si a culpa e a punição dos pecados do homem. Com o sacrifício de Cristo podemos receber perdão e libertação de nossos pecados. Quando se arrependidos dos nossos pecados, cremos em Cristo como Senhor e Salvador de nossas vidas, recebemos do Senhor Deus a vida eterna.
Resumidamente, essa é a história do amor de Deus ao homem, que será mais uma vez lembrada, nesse domingo, ao celebrarmos a Santa Ceia do Senhor.
“Santificai-vos, porque ... o SENHOR fará maravilhas no meio de vós.” (Josué 3:5)

Rev. Márcio Vinícius Breder

Indo até Samaria



“E era-lhe necessário atravessar a província de Samaria.” (João 4:4)


Quando lemos o Novo Testamento percebemos que a nação de Israel era dividida em três regiões principais. As províncias da Judéia, Galiléia e Samaria. A Judéia compreendia toda a região no sul do país, onde se encontrava dentre outras cidades, Jerusalém, a capital do país.
A região norte era chamada de Galiléia. Entre a Judéia e a Galiléia, na região central do país havia a Samaria. Os samaritanos, moradores de Samaria, eram desprezados pelos judeus. Havia uma rixa imensa entre judeus e samaritanos, a ponto dos judeus nem ousarem pisar os pés em terras samaritanas.
Ao lermos o capítulo quatro do evangelho de João, vemos Jesus acompanhado de seus discípulos, saindo da Judéia, desejando ir a Galiléia. Nesse momento Jesus deixa claro que eles entrariam em Samaria. Um judeu faria de tudo para não passar por Samaria, dando uma “volta” enorme para se afastar dos samaritanos.
Jesus insistiu em seu propósito de passar em Samaria. Muitos dos samaritanos creram em Jesus. “Vindo, pois, os samaritanos ter com Jesus, pediam-lhe que permanecesse com eles; e ficou ali dois dias. Muitos outros creram nele, por causa da sua palavra,” (João 4:40-41).
Irmãos, se Jesus e os discípulos, como todos os demais judeus, não tivessem passado por Samaria, o que seria daquelas pessoas?Não teriam elas conhecido a Cristo? Não teriam ouvido as palavras de Jesus? Nos planos de Deus, era necessário passar por Samaria.
Irmãos, temos uma Samaria hoje. Existem terras samaritanas ao nosso redor. Todo lugar onde o evangelho precisa ser pregado e todo coração que não conhece a Cristo é terra samaritana onde a Palavra de Deus nos diz: É necessário passar por Samaria.
Testemunhemos de Jesus ousadamente, confiantes que pela Palavra de Deus muitos virão a Cristo. Seja um instrumento de Deus na conversão de vidas!

Rev. Márcio V. Breder

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Nosso vídeo...
www.youtube.com/watch?v=wHerqJeWb7M

terça-feira, 18 de agosto de 2009

VOLTANDO A FALAR O ÓBVIO


“buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” (Mateus 6:33)

Parece- me que existem certos textos da Escritura Sagrada que volta e meia precisamos meditar em seus ensinos. Alguns ensinos que são óbvios para o povo de Deus, já conhecidos de longa data pelos crentes, parecem evaporar de suas mentes de vez em quando.
O texto acima citado do Evangelho de Mateus nos diz que Jesus nos exortou a primeiro buscar o Reino de Deus e a sua justiça, antes de qualquer outra coisa. Deus sabe o quanto nos afadigamos com os nossos problemas, e qual é o tamanho da ansiedade do nosso coração pelas as necessidades do dia-a-dia. Deus conhece nossas preocupações e sabe exatamente de todas as nossas necessidades. Deus não está alheio aos nossos problemas. No entanto, o Senhor nos chama a atenção para não negligenciarmos os Seus interesses – os interesses de Seu Reino.
O lugar de Deus no nosso coração e na nossa vida deve ser sempre o primeiro. Deus não aceita nada menos do que lugar mais importante do nosso ser.
Amados, temos aqui um ensino maravilhoso da parte de Deus. Quando cuidamos dos interesses do Senhor, em cumprir Sua vontade e nos dedicarmos ao serviço na sua obra, Deus cuida das nossas vidas: “todas estas coisas vos serão acrescentadas”. Na verdade, Deus cuida bem melhor de nossas vidas do que nós mesmos.
Não podemos abrir mão de cumprir a vontade de Deus. Não podemos abrir mão de trabalharmos na obra do Senhor. Não podemos deixar que nada nos prive de “servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.” (1 Pedro 4:10).


Rev. Márcio V. Breder