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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Os frutos e as folhas da nossa caminhada




OS FRUTOS E AS FOLHAS DA NOSSA CAMINHADA

“E, vendo de longe uma figueira com folhas, foi ver se nela, porventura, acharia alguma coisa. Aproximando-se dela, nada achou, senão folhas; porque não era tempo de figos. Então, lhe disse Jesus: Nunca jamais coma alguém fruto de ti! E seus discípulos ouviram isto.” (Marcos 11:13-14)
Pode parecer bobo e redundante dizer o que você já sabe. Mas é bom repetir para evitar esquecimentos: a obra de Jesus está cheia de lições que mexem com a nossa vida! O Mestre do amor não era apenas o filho de Maria e do carpinteiro de Nazaré, mas era também o verdadeiro "carpintei¬ro da vida" que sabia aonde queria chegar com seus ensinamentos. A histó¬ria da figueira sem frutos não é exceção. Ainda hoje, ela ajuda-nos em nossa caminhada. Jesus não só demonstrou ter poder sobre a natureza, fazendo secar uma figueira com sua palavra poderosa, mas lembrou que pelos frutos é que conhecemos uma árvore e que uma árvore frutífera que não produz frutos não tem valor.
A comparação com a vida humana parece inevi¬tável, e creio que Jesus queria que os seus ouvintes a fizessem. Afinal, conosco acontece algo bem pare¬cido. Fomos feitos pelo Criador para frutificar, para repassar fé, esperança, amor e todas as virtudes que promovem a vida, mas, por vezes, não produzimos fruto nenhum. Muito pelo contrário, acabamos con¬taminando tudo ao nosso redor com uma vida aze¬dada e avinagrada por preocupações mesquinhas. O presente da graça e da salvação em Cristo é nosso, mas nós sufocamos o aparecimento dos frutos deste grande presente divino.
Queira o bom Deus jamais permitir que sufo¬quemos os bons frutos na nossa vida; que não apre¬sentemos apenas "folhas". Que o nosso querido Senhor e Salvador Jesus Cristo nos dê forças para apresentarmos frutos que alimentam vidas com amor e alegria, com esperança e fé.

Oração:
Bom Jesus, meu Senhor e Salva¬dor! Ajuda-me a não sufocar os frutos da fé que tu mesmo plan¬taste em mim. Perdoa-me pelas vezes em que não tenho passado para o meu próxi¬mo o que tu me deste. Permanece comigo hoje e sempre. Amém.

Castelo Forte (Meditações Diárias)

O Valor de Congregar



“Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.” (Hebreus 10:25)

Acredito que parte dos cristãos hoje em dia não compreende bem o valor de se reunir regularmente com os irmãos da mesma fé em Cristo. Digo isto por perceber a ausência de muitos irmãos, sem motivos justos, nos cultos ao Senhor. A falta dos crentes nos templos, cultuando a Deus é algo perceptível nas diferentes denominações evangélicas. Não estou me referindo a visitantes e descrentes, estou falando daqueles que compõem a membresia de cada igreja.
Penso que precisamos avaliar bem nossa freqüência aos cultos na Casa do Senhor à luz do salmo oitenta e quatro: “Quão amáveis são os teus tabernáculos, SENHOR dos Exércitos!” (Salmos 84:1) Precisamos refletir acerca do valor e da importância que damos em estar cultuando a Deus no templo, na presença de nossos irmãos. “Pois um dia nos teus átrios vale mais que mil; prefiro estar à porta da casa do meu Deus, a permanecer nas tendas da perversidade.” (Salmos 84:10).
A Palavra de Deus, no livro aos Hebreus, nos chama a atenção a não deixamos de congregar. Essa exortação vai ganhando mais força a cada dia, pois o texto bíblico nos diz que “tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima”. Cada dia que passa avinda de Cristo está mais próxima. Quanto mais se aproxima o dia da segunda vinda de Cristo a essa terra, devemos dar maior valor a nossa participação nos cultos na Casa do Senhor.
O ato de congregar é importantíssimo na nossa caminhada cristã e devoção a Deus.


Rev. Márcio V. Breder

DISPOSIÇÃO DE SERVIR AO SENHOR




“Está aí um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas isto que é para tanta gente?” (João 6:9)


No capítulo seis do Evangelho de João temos a história de um maravilhoso milagre realizado pelo Senhor Jesus: A multiplicação de pães e peixes.

Certo dia, muitas pessoas estavam acompanhando a Jesus por onde quer que ele fosse. Muitas dessas pessoas esperavam ver algum milagre sendo realizado por Cristo diante de seus olhos. Quando chegou à hora do almoço, Jesus acompanhado por seus discípulos e pela numerosa multidão se encontrava em um lugar deserto, e não havia comida para que pudessem almoçar. Filipe, um dos discípulos de Cristo, disse então que nem mesmo o equivalente ao salário de um ano de um trabalhador bastaria para que se comprasse pão a todas aquelas pessoas.

Diante daquela situação, André, outro discípulo de Cristo, trouxe a presença de Jesus um rapaz que tinha em uma cestinha cinco pães e dois peixes pequenos. André não acreditava que seria essa a solução do problema, pois logo indagou: “mas isto que é para tanta gente?”

Precisamos destacar algumas coisas nessa história:

A disposição do rapaz. Não acredito ser do caráter dos discípulos, arrancar comida a força das mãos de ninguém. Pensando assim, o rapaz que surge na história dá de bom grado o único alimento que tinha ao Senhor Jesus. Ele dispôs o que tinha e o deu a Cristo.
A insuficiência do rapaz. Realmente, os pães e os peixes eram insuficientes para a necessidade que havia. Era muito pouco o que o rapaz havia colocado a disposição de Cristo, mas, era tudo o que ele tinha.
O milagre realizado por Jesus. O alimento era pouco. As pessoas eram muitas, mas o poder de Cristo era incomparável! Jesus multiplicou o alimento que houve sobras e não a falta. Sobrou ao invés de faltar.

Que possamos entender essa maravilhosa lição. Que nos disponhamos em servir ao Senhor, independente das nossas incapacidades, e creiamos no milagre que só pode vir dele.
Glória somente a Deus.

Rev. Márcio V. Breder.

O Grande amor de Deus

“Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” (Romanos 5:8)

A Bíblia é um livro que no conta uma história. Uma história de Amor. O amor de Deus para com o homem. Um amor maravilhoso e imenso, capaz dos maiores feitos. Quando olhamos as Escrituras Sagradas percebemos a cada instante o que Deus fez e ainda faz por nos amar.
Em Gênesis temos o relato da criação. O Senhor criou céus e terra, plantas e animais. No sexto dia, para coroar toda sua criação, Deus cria o homem e a mulher conforme a sua própria imagem. O Senhor compartilhou com o homem qualidades próprias. Deus deu também ao homem um lar, chamado Éden, onde ele pudesse viver.
Mas o homem virou as costas a esse amor tão maravilhoso. Desde Adão até os nossos dias, e será assim até ao último homem que viver sobre a face da terra, a humanidade tem rejeitado esse amor.
O Senhor, agindo em amor, tem aplicado as punições devidas a cada ato de pecado. Tem mostrado ao homem que justiça e santidade são qualidades da divindade.
Diante de tudo que a Bíblia nos relata sobre os feitos amorosos do Senhor, um sobressai a todos os outros. A entrega de seu Filho na cruz do calvário é indiscutivelmente a maior prova do amor, carinho e cuidado de Deus para com o homem.
Na cruz, o Senhor Jesus assumiu sobre si a culpa e a punição dos pecados do homem. Com o sacrifício de Cristo podemos receber perdão e libertação de nossos pecados. Quando se arrependidos dos nossos pecados, cremos em Cristo como Senhor e Salvador de nossas vidas, recebemos do Senhor Deus a vida eterna.
Resumidamente, essa é a história do amor de Deus ao homem, que será mais uma vez lembrada, nesse domingo, ao celebrarmos a Santa Ceia do Senhor.
“Santificai-vos, porque ... o SENHOR fará maravilhas no meio de vós.” (Josué 3:5)

Rev. Márcio Vinícius Breder